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Back-end, front-end ou Full stack!

6 de julho de 2016

iceberg-front-end-back-end-developersEste provavelmente deve ser o primeiro post de vários que farei ao longo do tempo expressando minha opinião, resolvi abordar este assunto por ser algo com o qual tenho me deparado muito. afinal de contas como decidir em qual área eu devo me aprofundar, Back-end, front-end ou Full stack? (É importante salientar que isto é uma opinião pessoal)

No meu ponto de vista, você deve seguir na área que mais te agrada, aquela que te faz sentir bem. Mas o mercado é exigente e cada dia que passa vemos empresas solicitando vagas com exigências absurdas, em tese, o programado deve dominar mil artes ninja para ser contratado, e para mim sinceramente se você é um profissional serio, apenas ignore estas vagas.

Seja bom em algo.

Independente da área de atuação se aprimorar em algo especifico é muito importante, hoje por exemplo vemos uma crescente demanda para programadores Angular, em outros casos para Ruby. Saber e dominar uma linguagem de programação já é um caminho importante, e hoje podemos dizer que a linguagem que você escolhe fala muito sobre a área em que você irá atuar.

Talvez eu esteja dizendo de maneira simplória demais para a questão em si, mas se pararmos para imaginar o que gostamos de fazer quando o assunto é programação ou o que temos curiosidade em fazer, já pode ajudar na hora da escolha. Se você gosta de criar temas e padrões de comunicação com usuário de maneira visual por exemplo já indica uma propensão à ser front-end, se você gosta de lidar com a parte mais funcional do site, criação de funções e comunicação com a maquina (seja um banco de dados ou uma API) ja indicaria uma propensão a Back-end e se você gosta de ambos seria o caso de ser Full-stack (novamente reforço que estou deixando tudo simples aqui para exemplificar).

Salário influencia?

Claro que sim! que pergunta boba né, mas  nem sempre o maior salário vai ser o ponto principal. Antigamente (la quando comecei a estudar) programadores em Delphi eram os salários mais altos, e o motivo era que ainda na época, os grandes ERPs eram desenvolvidos na linguagem, muitos na hora de decidir em qual plataforma programar acabavam optando pelo Delphi por isso, ainda existiam aqueles que ia pro Cobol, mas a grande maioria optava pelo Delphi.

Hoje em dia porem a grande quantidade de “possibilidades possíveis” (que pleonasmo hein) ajuda muito a não ficar bitolado apenas na questão dinheiro. Se parar pra pensar hoje, um programador PHP, Ruby e Angular tem praticamente as mesmas chances de trabalho e até de bons salários, então pra que aprender algo que eu não queira ou simplesmente não goste!?

Frameworks

Não é a primeira vez que digo isso, mas ainda existem aqueles que não gostam de Frameworks, e digo isso no geral. Se você tem tempo para desenvolver todo o HTML, CSS e JavaScript de sua aplicação você tem muita sorte, mas será se vale a pena? no quesito aprendizado sim, mas quando trazemos isso para o ambiente corporativo, acredito que seja difícil se manter.

Digo isso pela correria do dia a dia mesmo, imagine você trabalhando em uma empresa que desenvolve sites, e todos os dias você tem que customizar pedaços de uma aplicação CMS ou fazer uma nova! Sem uma plataforma pre estabelecida ficaria muito complicado cumprir com todos seus prazos, mesmo quando usamos um Framework já é complicado, imagina sem!

Enfim, eu poderia me estender muito mais neste post, mas vou preferir ficar por aqui por enquanto, com  o tempo irei postando mais coisas relacionadas à este assunto, caso tenha alguma opinião não deixe de comentar!

Enjoy.